Arquivo do mês: novembro 2009

Chasing Pirates

garrafas de vodka Ciroc – placa luminosa da montilla – espremedor de limão – um maço de hortelã fresquinho – porta tulipas térmica – barris de chopp – caixas de macarrão – impressora pequenina preta – um saco de pregos de aço – cigarro de palha – caixinhas de morango – kiwi – abacaxi – lima & limão – vasilhas pra queijo – negócio de borracha para passar o copo (?) – o disco novo da Norah Jones “The Fall” – caixas de Kaiser Gold long neck e uma marca de pé na parede.

tudo isso é novidade…


Acarajé

– Pai, pai, eu quero andar naquele acarajé!

Uma menininha, apontando para um caiaque na praia…

Deu na Revista do Globo. Sensacional.


Dá carninha, dá

Eu fico espantado como gostamos de carne. Nós, os mineiros. Eu nem tanto, de verdade, mas quem percorre a cidade com os olhos voltados para os butecos hoje encontra tudo quanto é “boi” por aí.

É Boi na Chapa, Boi “Bairro”, Boi “Rua”, Boi “Praça”, Boi “do Fulano” e até “Boitecando”. Isso sem falar nos espetinhos. Estou seguro que um deles é franquia, já está no número vinte e quatro!

A fórmula é certeira: carninha na chapa e skolzinha gelada. E mandioca em cima para cimentar o cidadão. Muitos deles não usam carne boa, a gente sabe, mas com o tradicional mamão com leite ou alguns destes amaciantes químicos eficientes, eles resolvem a questão e a carne acaba ficando macia. E pra quem gosta de carne fica ótimo.

Pois bem, não é que sábado o petisco que mais saiu no Sol foi o filé mignon com molho de queijo gorgonzola. E muito. Sem parar. Eu entrei na cozinha e brinquei com a Mari que deveríamos mudar o nome para “Boi Sol” ou mesmo “Espetinho da Mari”. A carninha tomou conta da cozinha sábado!

Em tempo: não estou criticando nenhum companheiro. Muito menos a comida. É apenas uma constatação gastronômica do perfil atual dos nossos botecos. E muito na região Centro Sul, sabiam? Nos outros cantos da cidade a tradicional comida de bar fala mais alto e as mesas ainda são das rabadas, pés de porco e dele, o velho e bom torresmo.


Acendam as luzes

Quinta-feira começa um novo capítulo musical no Café do Sol.

Já colocamos as luzes nos trilhos e compramos o palco.

Não queremos ser uma casa de shows. Porém, vamos usar nosso palco para reunir pessoas que gostam do que – para nós, é sempre bom dizer – é considerado “boa música”. Sem rótulos. E quem acompanhar a programação perceberá.

Nesta quinta, nada mais justo do que homenagear a minha banda, o No Sal. Até porque se a gente tocar e não incomodar os vizinhos tudo fica bem daqui pra frente. (digo pelo volume, aviso aos críticos de ocasião).

A programação seguinte nós contamos por aqui. Vai ser massa.

Alex


Vinhos de todos os cantos

Passei pelo site da Mistral para conhecer melhor nosso parceiro em vinhos. Copio abaixo o perfil para vocês.

Apesar dos enochatos, beber vinho, gostar de vinho se torna cada vez melhor. Primeiro, pelo número de novos e bons vinhos que aparecem, de todo preço. O Alamos, por exemplo, que eu e Júlio tomamos aos tanques na Argentina (seu país de origem) chegou para nós e vamos vendê-lo a apenas R$ 44 a garrafa. É barato isso? Sim. E ele é bom mesmo. Além de muito outros, do velho e novo mundo, que já têm o seu cantinho no Sol.

Tá bom, eu sei, tá quente pra burro, mas para quem realmente gosta não importa. Minto?

PERFIL MISTRAL

O MELHOR E MAIS COMPLETO CATÁLOGO DE VINHOS DO PAÍS

A Mistral tem o melhor e mais completo catálogo de vinhos do país. Você não encontra em nenhum outro lugar um número tão grande de vinhos do mais alto nível. Trata-se da melhor e mais completa seleção de vinhos disponível no Brasil. Muitos destes vinhos são raridades dificilmente encontradas até mesmo em seus países de origem. Os maiores e mais consagrados nomes de cada região também estão no catálogo da Mistral. É por isto que a Mistral é conhecida como “a importadora dos melhores vinhos”.

OS VINHOS MAIS PREMIADOS

Os vinhos da Mistral estão sempre recebendo as maiores notas, elogios e prêmios da imprensa especializada internacional. Você pode conferir vários destes prêmios em nossos Mistral Notas, ou então nas principais revistas e publicações sobre vinhos. Mas não há nenhum mistério: isto acontece porque os melhores produtores do mundo estão na Mistral. Isto é especialmente importante, porque apenas o bom produtor garante a alta qualidade e tipicidade dos vinhos, em qualquer região.

É por isto que a Mistral é conhecida como “a importadora dos melhores vinhos”. Afinal, qualquer um pode dizer que seus vinhos são “os melhores”. Conseguir consistentemente as melhores referências sempre, no entanto, é algo bem diferente. Não somos nós que dizemos, e sim os maiores especialistas do mundo do vinho. Muitas vezes a Mistral descobre os produtores antes mesmo de serem consagrados internacionalmente. Foi o caso de Penfolds, Catena, Viña Montes, Altos Las Hormigas, dos grandes vinhos do Priorato, Portugal, Sul da França e tantos outros produtores e regiões a que o consumidor brasileiro teve acesso muito antes de serem laureados pela imprensa

OS MELHORES PREÇOS DO MERCADO

Compare e comprove: a Mistral oferece sempre os melhores preços em reais, os mais próximos daqueles que você pagaria, por exemplo, em Nova York pelo mesmo vinho. Basta comparar: os preços finais, em reais (que é o que você de fato paga), são sempre melhores na Mistral, mesmo com as promoções mirabolantes realizadas às vezes por outras importadoras


Bem ou mal passado?

O cardápio está pronto, impresso e com seus ingredientes comprados e guardadinhos na dispensa. Em primeiro lugar, nos orientamos pelos nossos gostos. Não deve ser assim? Claro, ora. Contudo, abrimos o menu em diversas opções para que todos se sintam à vontade no Sol.

Funcionou assim: dezenas de opções em cima da mesa, escolhe esta, puxa aquela, eu adoro isso, tira porque só você no mundo gosta dessa, blá, blá, blá, pronto, perfeito, vamos fazer. Fizemos as degustações. Após três “mesadas”, tudo certo.

Por exemplo, se quiser um petisco, a Mari selecionou alguns bem bacanas, como a costelinha com molho de jabuticaba ou o pastel de queijo canastra e de carne de sol. Sim, tem carne de panela também. Tem linguiça. E tem frango frito, só não é isca, é asa. E o bolinho de arroz que levava muita gente ao Café permanece na lista.

Se não quiser petiscar e nem jantar, confira os sanduíches. Tem desde o “Hambuguer na Faca”, maior e mais alto, ao “Vegetariano”, com muitos legumes. Eu gosto do Niçoise. O Júlio já prefere o Wrap de Rosbife. E o Serginho não comeu nenhum porque quebrou o pé e não foi na degustação de sanduíches.

Quem prefere jantar, pode ficar com uma das saladas ou um dos pratos. Optamos por colocar três ótimas saladas, três massas e três opções de carne. Sim, são ótimos de verdade esses nove pratos. E o que vier na telha vai pro quadro negro.

Na sobremesa, cinco opções, uma delas sensacional: o Souflê Mineiro. Não tinha comido esse amigo aí, mas em uma das degustações prévias na Casa da Mari (não confudir com Casa Mari) eu encantei.

O Café do Sol tem comida boa, gente. Que seguramente irá melhorar mês a mês.

Ah, em tempo: bebida tem de tudo. Se você quiser tomar um chopp geladinho, tem Heineken e Kaiser. A Femsa nos deu o que havia de melhor em choppeiras. Tem cerveja também. De garrafa e long-neck. Vinhos, da Mistral, a maior importadora do Brasil. E destilado de todo tipo.

comidas

Por fim, para quem não quiser nada do cardápio, sugiro chupar uma das mangas em nosso quintal. Estamos na estação e elas caem aos baldes todo dia. Docinhas…


Pertinho do palco

Uma das vantagens do Café do Sol é estar a 20 metros de uma das casas de show mais bacanas de Belo Horizonte: o Music Hall. E isso fica melhor ainda quando eles chamam o No Sal para abrir os shows. Como amanhã, dia 12 de novembro, quando vamos abrir o Nando Reis.

O aquecimento da noite começa às 20 horas.

Aguardo todos lá – Gina

nandons

P.S. Quem não entendeu, explico:  sou do No Sal e do Sol.