Arquivo do mês: fevereiro 2010

Promessa

Eu prometo levar o cozinheiro/dono do Nova Capela para fazer cabrito assado no Sol. Comentei com o garçon e ele: “sei não, moço, ele num gosta muito de sair daqui não”. Mas vou tentar.

Conheçam melhor:

http://www.lanalapa.com.br/estabelecimentoDetalhe.asp?qiNuEstab=51

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Trouxa

E não é que peguei um taxi hoje aqui no Rio sem conferir que o contador tava desligado e tive que pagar R$45,00 para ir do São Cristovão a Avenida Rio Branco. (como se fosse do Café do Sol até a praça da Savassi).

– Bandeira 2, patrão, ainda preço de carnaval…

É mole?


Jornal da Cidade

Na imprensa novamente.

Ê beleza…

http://www.jornaldacidadebh.com.br/interna.php?cod=34&tit=Kaiser&dado_sel=2185


Coisa de Índio

Vocês sabiam que a panela de barro que a gente come moqueca tem mais de 400 anos de história?

Hoje me contaram aqui em Vitória. Coisas dos índios. E eu fiquei olhando carinhosamente aquela panelinha preta fumegante…


Saúde!

Agora eu quero ver o Alex, da Mistral, falar que tem pouca gente tomando vinho no Sol.

Ô Alex, olha aí meu jovem, olha o tanto de moça bonita que balançou as taças na sexta. Aliás, que festança boa, heim. Deu a impressão de ter 300 pessoas lá dentro…


Dedo sujo

Existem cinco comidinhas que eu adoro comer com as mãos:

Tempurá no Naka

Jiló à milanesa no Silvios Bar

Bolinho de feijão na porta do Independência em dia de coelhão

Temaki de sherelete de salmão no Sakana

e nosso bolinho de arroz

Tudo frito. Até o salmão do temaki do Dudu. E vocês, gostam?


Foi a avó do guarda

Lendo a revista de bordo no avião da Gol (três considerações sobre o tema logo abaixo) achei uma coisa que talvez muita gente não saiba. Lá vai: a feijoada não é um prato criado pelos escravos.

Podemos (eu me incluo) parar com o discurso sobre quão criativos foram os escravos fazendo de sobras o mais famoso prato nacional. Segundo Câmara Cascudo, em texto da revista, o ancestral direto da feijoada é um receita popular na Europa, em Portugal conhecida como  cozido, na Espanha como Puchero e na Itália como Bollito, além de um tipo de cassoulet da França. Todas variações de um mistura fervisa de diferentes carnes. E foram os branquelos que fizeram a primeira feijoada no Brasil.

Tá entendido? Quem criou a feijoada foi a família do guarda, não dos brigões.

Ok, agora três breves considerações sobre a aviação.

1- Vocês não acham que melhorou o atendimento depois que aquelas belas senhoras da Varig entraram em alguns trechos da Gol? Elas são elegantes, sorriem e olham para você. Bem diferente das moças que quase jogam a barrinha em cima da mesinha.

2- Vocês não acham que piorou demais o trânsito e a gentileza nos aeroportos? E o monte de “bundada” que você toma antes mesmo do avião parar na pista? E pegar a mala na esteira?

3- Vocês já perceberam como cada vez mais não nos enxergamos? Explico: tente ficar parado em um ponto fixo lendo a capa das revistas nas livrarias dos aeroportos para ver quantas pessoas vão parar literalmente em sua frente. É regra. Se estacionar na seção de Caras ou Quem, por exemplo, vai aparecer pelo menos uma dondoca com óculos escuros e cheiro de pêssego doce.  E ela vai ficar ali folheando a revista sem perceber que você está logo atrás.