Arquivo do mês: março 2010

PRATO DA SEMANA

Nossa criação semanal para o almoço é bacalhau, claro.

Ele é feito com queijo cremoso e purê de batata. Em cima, palha de alho porró. Embaixo, uma cama de pimentões coloridos. Em volta, tapenade de azeitonas pretas.

Eu comi. Júlio também. Bom pra xuxu.

Qual dia vocês vêm?

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Para dois amigos

AUSÊNCIA

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

Que o tempo coloque em prática os versos do grande poeta.

Contem sempre conosco.


Cotoco de gente

A foto está péssima, tudo bem. Mas tomem como uma pintura pois o que interessa é dizer que essa menininha (por volta dos 2 anos) ficou boa parte do jazz de quarta-feira em pé na frente do palco curtindo o som de altíssimo nível feito pelo André, Glaucia, Aranha e Kiko.

Em algumas músicas, dançou. (a mãe sempre atrás, notem)

Bem, fiquei feliz com o lirismo da cena. Adoro estas situações.


Oferta da Semana

De agora em diante os almoços contam com o Prato do Semana, que poderá ser do dia.

Quem experimentou ontem a primeira criação – VIRADO À PAULISTA – foi o Breno de Castro, que adorou, apesar de ser apaixonado por lasanhas e paellas.

O virado leva arroz, feijão preto, couve, ovo frito, batata frita e carne de porco. Bonitão, não?

P.S. Desculpe a qualidade das fotos. Celular defasado.


Segue o bloco

E o parmegiana segue deslumbrado. Dessa vez, quem desfilou no bloco foi o cantor, compositor e amigão Gustavo Maguá, figura fácil, porém nada comum, da noite belo horizontina. Choppinho? Foram três…


A festa do João

Sábado foi o dia mais cheio do Café do Sol desde quando o compramos. Cheio e marginal.

Havia 7 mil pessoas na parte externa e 3,2 mil na parte interna:

Por que? Porque foi o aniversário do João Bosco (de branco), o arquiteto que nos ajudou na revitalização da casa e do Peu (de roxo), outro confrade. Olhem eles aí junto com o Edinho (de gafas).

A Revista Ragga esteve lá, pois fomos a “Dica da Heineken” da semana. Fotos e poses pra lá e pra cá.

Nunca se bebeu tanto ali. Quase acabou o estoque de cerveja. Minto, acabou sim. Mas nós compramos com muita discrição e abastecemos quietinhos os tonéis de gelo. Tava gelada? Confiram abaixo e me digam.

Acabou a Absolut também. Eu fui reclamar com o gerente e ele: “mas tinham mais de oito garrafas hoje cedo”. Isso por volta das 19h. “Corre pro Extra, Júlio!”

Teve masculino no banheiro feminino. E não foi pra fazer xixi.

E teve o DJ André soltando o som em cima de pessoas bêbadas:

Mas teve mais:

Outros animados ficaram jogando “curling” com os gelos dos copos em nossas mesas de mármore. As vassourinhas? Guardanapos embolados na mão.

Existem dois barmans na casa. Haviam seis na copa. Um deles, a beldade da Carol.

O Serginho, meu sócio, roubou uma garrafa de tequila do bar. E foi o Liedson, nosso cliente, quem anotou a garrafa na comanda dele.

E eu acabei deitado no sofá, olhando as estrelas em companhia do Vitão. Mas não lembro nada que estávamos conversando.

Assim foi o sábado. A tal da festa do João.

Em duas palavras: curuz credo!


Bento

Pessoal, esse é o Bento, um dos herdeiros do Café do Sol.

Notem sua expressão. Ele deveria estar pensando assim:

“Adoro essas poltranas do café. Elas são tão fofinhas”.