Arquivo do mês: julho 2010

Tapinha não dói

Sérgio é advogado. Júlio, empresário. Eu, jornalista. Aí resolvemos que iríamos ter um bar e o final dessa (longa) história é o Café do Sol.

Como ninguém era do ramo, tivemos que aprender à beça nesses dez meses. Com conselhos, tombos e muita pesquisa de opinião.

E críticas. O cliente positivamente nos coloca no nosso lugar.

Mas tem um lado de alguns clientes que é horrível. A depredação da casa.

Ontem, pela segunda vez, arrancaram a plaquinha do banheiro masculino. Jogaram no vaso. Eu cliquei para não passar de mentiroso.

Foi a placa dessa vez, mas aconteceram coisas piores.

Será que tudo não passa pela questão dos tapinhas na infância hoje tão comentados na mídia?

Final politicamente correto: Que lástima.

Final entre nós: bando de bunda mole, faz isso dentro do banheiro escondido, né?


Quem?

E hoje, alguém consegue advinhar quem toca no café do Sol?

Ahhhh, fácil essa…

Elaine Anunan.

Até!


Mesa posta

EXTRA! EXTRA! EXTRA!

Começa na quarta-feira, dia 04/08, a bistronomia no Café do Sol.

Grandes chefs, ótimos cozinheiros e muita comida boa vão ser rotina em nossas quartas.

Segunda-feira divulgo a programação e o primeiro menu degustação.

Até


Maguá

Amanhã o palco é desse cavalheiro aí…


Clap, clap, clap

Tem de tudo: samba, rock, MPB, bossa…

Até lá


Carpe diem

Céu azul, vinho branco, álbuns antigos do Gil e ceviche de salmão.

Assim passou a tarde na varanda do Sol.

E a noite agora? Ah, só amanhã eu conto…

Nota: aprendemos a fazer a iguaria peruana. De fato.


Pêtiuí Gatô

Agora é pra matar a galera nesse meio da tarde.

Huuum, com um cafezinho, heim?