Arquivo do mês: setembro 2010

Vermelha

Chegou um carregamento agora pra gente dessa belezura abaixo.

E é boa mesmo, viu…


Palco

Hoje é com a gente.

Os Outros Dois.

Ah, hoje só música angolana.


Bistronomia

Mais uma quarta-feira dedicada à boa mesa:


Prato da Semana – Cosme e Damião

Hoje, 27 de setembro, é dia de Cosme e Damião. Em homenagem aos simpáticos santos, nosso prato da semana leva quiabo, mamão verde e carne de sol. Quem conhece as preferências dos irmãos, entende a seleção dos ingredientes.

Até mais!


P O P

Falei que iria e fui.

O Flaming Night é uma vitória, assim como o Flaming Festival. O Bart consegue reunir e criar na cidade a mais autêntica festa para seu público: rock, hardcore, underground.

Fiquei perambulando pelo Music Hall – cheio – para encontrar em rostos e trejeitos se a noite estava legal. Estava. Camisas pretas. Energia branca.

Deu fome e fui. Mas resolvi rodar um pouco a cidade e passar pelas tradicionais casas de música ao vivo (comi antes, temaki, no Dudu). Entrei em duas.

Gente, onde está o pop? O verdadeiro pop?

Será que acabou a tradição de fazer música como Paralamas, Skank, Lulu, Barão. Tem reservas no Studio Bar, mas bandeiam pro Rock.

Eu estou falando do pop, daquela música que a gente chega de banho tomado e vai bebendo e conversando com o pessoal enquanto escuta o show, sempre correndo os olhos pro palco e ocasionalmente cantando junto o refrão.

E não me refiro a essa galera que ataca “você, é algo pra mim…todo mundo!” e depois toca a nova do Fernando & Sorocaba. Não é esse pop.

É aquele de escutar, por exemplo, um “Ela Disse Adeus”, com instrumentos de sopro no palco. Lembram dessa? “Ele quis me pedir pra ficar, de nada iria adiantar”, com côro atrás “uuuuuu, aaaaaaaa”. Os músicos tocando e sorrindo justamente por isso. Acabou essa, entra outra: “O teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer”…

Captaram?

Qual a última vez que vocês foram num show desses?

Não vale dizer que foram no Planeta Brasil, no Pop Rock Radio 345FM ou no show do XXXXX no ano novo do Othon Suites Guarajá. Ali sempre estarão as bandas que bebem (e secam) a fonte há anos.

Digo as autênticas bandas covers de pop com repertórios inteligentes e… POP.

O palco hoje é indie. Ops, emo. Ops, colorido. Ou sertanejo. Apenas.

Boa noite.

Bora, Herbert, Bi, Barone, mostrem como se faz!


Casa aberta

–       Já teve aniversário no café?

–       Toda semana.

–       E formatura?

–       Quase todo mês.

–       Batizado teve?

–       Do Bento foi o primeiro.

–       Despedida de solteiro?

–       Psiuuu, fala baixo. Teve, mas não conto de quem. Além de muitas despedidas de quem mora fora…

–       Chá de panela?

–       Em setembro rolou um.

–       E chá de bêbe?

–       Opa, isso até agora não, mas hoje tem! Da filha do Pedrão e da Ana Luiza. Vai sobrar fralda por ali…

(…)

Quase fechamos o ciclo de celebrações sociais. Falta só um velório. E por que não? Antigamente, as pessoas eram veladas em sua casa ou em local de sua estima. E bebia-se o defunto! Os textos Nelson Rodrigues ou Jorge Amado narram muitos deles.

– Ei, Tadeu, você ficou sabendo que o tio do Antunes morreu?

– Não, bicho, que chato, onde é velório?

– Ali no Café do Sol, na praça Floriano Peixoto, família tradicional, sabe como é, quer beber o defunto à moda antiga.


Arcimboldo