Delas

Esta será a semana das festas. Das moças.

Na sexta, aniversário das queridas amigas Elise e Lílian, com o show da Elaine. Casa lotada.

Sábado, da Raquel, com o Samba na Varanda. Do mesmo jeito: cheia.

Ah, hoje eu vou fritar linguiça e mandioca. Ganhei da Ana Paula, que trabalha comigo. “É a melhor linguiça do mundo”, ela disse, lá de Pará de Minas. Vou conferir.


Shows

Hoje temos, como todas as sextas, Elaine Anunan.

Amanhã, à tarde, o nosso samba na varanda.

De noite, teremos Milke, a banda do Cesinha, com os queridos Zé Lourenço e Rique.

Será uma grande noite!


Odoiá

salve, salve, salve


Deste tamanho?

Falando em comida, estou ficando chato na procura do “que é bom aqui?” durante minhas viagens de trabalho, como podem acompanhar por posts anteriores. (explico: viajo pelo Brasil em reportagens de economia e infraestrutura para algumas revistas do Grupo Fiat).

Desde segunda estou no Espírito Santo. Por dois dias, percorri o Norte. Hoje, o Sul, de Vitória até Cachoeiro do Itapemirim.

O norte não tem nada de especial. Procurei, perguntei e não encontrei nenhuma tradição de comida, merenda ou quitute em cidades como Colatina, Baixo Guandú, São Gabriel da Palha, São Francisco e São Domingos do Norte. Churrascaria de posto e self-service. Só. Tiro certo.

O Sul, por sua vez, mas ligado ao litoral, tem a tradicional moqueca capixaba (muito bem feita em muitas casas aqui e em todo o Brasil, como no Badejo de BH, ali na Rio Grande do Norte).

Contudo, eu não conhecia o famoso bolinho de aipim de Meaípe. Bem, bolinhos de aipim tem em tudo quanto é canto, mas o de Meaípe, que o meu parceiro local de viagem me garantiu e apresentou, nunca tinha comigo. E são famosos mesmo, pois nas poucas e tradicionais lojinhas que o vendem tem placa do Guia 4 Rodas e do Comer e Beber da Veja. Ou seja, caíram no “establishment” culinário.

Por que eles são diferentes? Primeiro, porque cada um é uma refeição. São do tamanho de uma manga rosa.O guaraná dá a proporção.

Segundo, porque são muito crocantes, quase duros e eu fui pesquisar o motivo. “Bem, é que depois de amassados, a gente mistura com margarina. Não colocamos farinha, nem nada. Ele fica durinho” – “Ah, entendi, mas é a margarina que faz essa crosta?” – “A gente mistura com margarina, é isso”, e o moço não me deu mais bola. Percebam a casca, como é durinha. O meu era de camarão. Muito bom o molho.

R$ 6,50 cada um. O cardápio da Zezé, “o point da praia”, a mais antiga das casas, é pintado na parede.

Meaípe tava uma graça. Nesta época de passagens baratas e “incremento do consumo” (tsc), os mineiros abandonaram um pouco o Espírito Santo. Mas, pelo menos para mim, suas praias guardam a melancolia e o encanto de uma infância feliz. Hoje quase tirei o tênis e fui fazer castelinho…


Ratatouille

Está acabando agora no HBO.

A cenda do final, com o Remy fazendo o prato, caladinho, é muito legal.

E a mensagem sobre cozinhar melhor ainda.

Surpreenda-me!


Capixaba

Amanhã estou indo trabalhar no Espírito Santo e vou procurar coisas boas para trazer. Conto na quinta…


Tardes agradáveis

E não é que o Samba na Varanda deu muito certo?

Olha a pinta da Juju (e do seu mic retrô) no meio do furdunço.